segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Doenças virais questões vestibular


Doenças causadas por vírus

No homem, inúmeras doenças são causadas por esses seres acelulares. Praticamente todos os tecidos e órgãos humanos são afetados por alguma infecção viral. Abaixo você encontra as viroses mais frequentes na nossa espécie. Valorize principalmente os mecanismos de transmissão e de prevenção. Note que a febre amarela e dengue são duas viroses que envolvem a transmissão por insetos (mosquito da espécie Aedes aegypti). Para a primeira, existe vacina. Duas viroses relatadas abaixo, AIDS e condiloma acuminado, são doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). A tabela também relaciona viroses comuns na infância, rubélola, caxumba, sarampo, poliomelite - para as quais existem vacinas.

Algumas das principais viroses que acometem os seres humanos:

Caxumba


A caxumba é um processo infeccioso caracterizado pela inflamação das glândulas salivares (parótidas). A infecção é ocasionada pelo vírus da caxumba. É uma doença de transmissão respiratória, sendo mais comum em crianças.

A transmissão ocorre quando há contato com as gotículas de saliva da pessoa infectada.
Os sintomas aparecem entre 12 e 25 dias após a contaminação.

Os sintomas são: inchaço e dor nas glândulas, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza, febre, calafrios e dor ao engolir.

Em homens pode ocorrer inflamação nos testículos e nas mulheres inflamação nos ovários. Pode acometer também o sistema nervoso central, em alguns casos.

Diante de qualquer suspeita de caxumba, a pessoa deve procurar um médico para confirmar o diagnóstico.

Como não existe tratamento específico, esse consiste na utilização de antitérmicos, analgésicos, repouso, alimentação líquida ou pastosa e compressas quentes para aliviar a dor.

Catapora



A catapora é uma doença infecciosa e contagiosa que tem como causa o vírus varicela-zoster. Antes do surgimento da vacina, era uma das doenças mais comuns da infância.

Uma vez adquirido o vírus, o indivíduo fica imune por toda a vida. No entanto, ele permanece no organismo e, futuramente, pode ocasionar a herpes-zoster, conhecida como cobreiro.

Sintomas

O paciente tem febre, mal-estar e dor de cabeça, falta de apetite e sensação de cansaço. Entre 24 e 48 horas depois, surgem na pele manchas avermelhadas que posteriormente dão lugar a pequenas bolhas ou vesículas com líquido que mais tarde formam crosta, provocando coceira. O contato com a saliva, secreções respiratórias do paciente ou com o líquido das vesículas faz com que o vírus se propague.
O vírus fica incubado por até 15 dias.

Tratamento

O tratamento visa apenas amenizar os sintomas, é muito importante que a pessoa não arranque a casca e nem coce as feridas, é indicado que o paciente tome banho com permanganato de potássio para que as feridas sequem mais rápido.

Rubéola


Rubéola é uma doença causada por um vírus do gênero Rubivirus, que afeta crianças e adultos. Está entre as chamadas doenças da infância, um dos cinco exantemas (doenças com marcas vermelhas na pele).

A transmissão se dá pela inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas ou por via sanguínea, no caso do feto.

O vírus multiplica-se na faringe e nos órgãos linfáticos, em seguida é disseminado para pele através do sangue. O período de incubação é de duas a três semanas.

O risco de contágio é maior durante o período de exantema cutâneo. A rubéola ocorre apenas uma vez na vida. A infecção pelo vírus durante o primeiro trimestre gestacional poderá resultar em aborto, morte fetal, parto prematuro e malformações congênitas.

Sintomas

Manchas vermelhas que aparecem na face e atrás da orelha e depois se espalham por todo o corpo. Após o contágio leva-se em média 18 dias até ter o primeiro sintoma (período de incubação) os sintomas são parecidos com os da gripe: dor de cabeça e dos testículos; dor ao engolir; dores nas articulações e nos músculos, pele seca, congestão nasal com espirros, aumento dos glânglios linfáticos, febre baixa (até 38ºC), no pescoço, manchas avermelhadas que iniciam no rosto e evoluem rapidamente pelo corpo (em geral desaparecem em menos de 5 dias), vermelhidão ou inflamação nos olhos ( que não representa perigo).

A infecção geralmente é benigna e em metade dos casos não produz nenhuma manifestação clínica. Porém, se torna perigosa quando a infecção ocorre durante a gravidez, (rubéola congênita ou seja, transmitida da mãe para o feto), pois o vírus invade a placenta e infecta o embrião, comumente nos três primeiros meses de gestação, neste caso, a rubéola pode causar aborto, morte do feto, parto prematuro e mal-formações congênitas como: problemas visuais (catarata e glaucoma), surdez, cardiopatia congênita, microcefalia com retardo mental entre outras. A partir do 5° mês de gravidez, o risco de lesão fetal é praticamente nulo.

Diagnóstico

Por causa de sua semelhança com outras viroses, (gripe comum, sarampo, dengue, etc) o diagnóstico preciso da rubéola só pode ser obtido pelo exame sorológico.
Tratamento

É realizado à base de Antitérmicos e analgésicos que ajudam a diminuir o desconforto, aliviar as dores de cabeça e do corpo e baixar a febre. É recomendado ao paciente, repouso durante o período crítico da doença.

Prevenção

Para diminuir a circulação do vírus da rubéola, a vacinação é muito importante, recomendada aos 15 meses de idade (vacina MMR) e para todos os adultos que ainda não tiveram a doença (vacinação de bloqueio). É importante saber que a Criança que nasce com rubéola pode transmitir o vírus por até um ano. Por isso, devem ser afastadas de outras crianças e de gestantes que ainda não tiveram a doença.

A vacina contra a rubéola, eficiente em quase 100% dos casos, deve ser administrada em crianças aos 15 meses de vida. A vacina é composta por vírus vivos atenuados e pode ser produzida na forma monovalente, associada com sarampo (dupla viral) ou com sarampo e caxumba (tríplice viral). A doença não é séria e as crianças de sexo masculino não necessitam tomar vacina, porém, frequentemente isso ocorre para prevenir epidemias ou evitar o risco de, depois de adultos, infetar sua companheira grávida não vacinada.

Poliomielite

A poliomielite é uma doença causada pela infecção pelo poliovírus. O vírus se espalha por contato direto pessoa a pessoa, por contato com muco, catarro ou fezes infectadas.

O vírus entra através da boca e do nariz e se multiplica na garganta e no trato intestinal, sendo absorvido e espalhado pelo sangue e pelo sistema linfático. O período da infecção pelo vírus até que surjam os sintomas da doença (incubação) varia de 5 a 35 dias (em média de 7 a 14 dias).

Os fatores de risco incluem:

Exposição à pólio sem imunização
Viagem a áreas que passaram por surtos de pólio
Em áreas onde há um surto, as pessoas que têm mais chance de contrair a doença são crianças, mulheres grávidas e idosos. A doença é mais comum no verão e no outono.

Entre 1840 e 1850, a pólio foi uma epidemia mundial. A partir do desenvolvimento das vacinas contra a pólio, a incidência da doença diminuiu muito. A pólio foi extinta em vários países. Houve muitos poucos casos de pólio no hemisfério ocidental desde o fim dos anos 70. As crianças americanas são vacinadas rotineiramente contra a doença.



Prevenção


A poliomielite pode ser evitada através de vacinação e medidas de prevenção contra doenças transmitidas por contaminação fecal de água e alimentos. Existem dois tipos de vacinas, a Sabin (oral, com vírus atenuado) e a  Salk (injetável, com vírus inativado). A vacina oral contra a poliomielite não deve ser utilizada em pessoas com imunodeficiência (inclusive portadores de HIV) e nem em contactantes destes indivíduos, situações nas quais deve ser utilizada a vacina produzida com vírus inativado (injetável). Os indivíduos com imunodeficência, além do risco maior de poliomielite vacinal, podem eliminar o vírus pelas fezes por períodos prolongados (meses, anos), o que facilita a ocorrência de mutação ("reversão") e constitui um risco para pessoas não vacinadas.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa, causada por um vírus chamado Morbilli. Homens e macacos são os únicos animais que abrigam naturalmente esse vírus. 

Altamente contagiosa, o sarampo é uma das causas mais freqüentes de óbitos em crianças em muitas regiões, principalmente onde a vacinação em massa é insatisfatória. 

É uma doença de transmissão respiratória que geralmente ocorre na infância. Adultos que nunca tiveram a doença ou não foram vacinados também podem ser afetados. 

Sintomas

Febre muito alta, tosse intensa, coriza, conjuntivite e exantema máculo-papular (pele com placas ásperas avermelhadas). 
O exame interno da bochecha permite identificar pequenos pontos branco-amarelados (enantema de Koplick) que confirma o diagnóstico.

 Diagnóstico

Para diagnóstico, além da análise dos sintomas e manifestações cutâneas, pode ser solicitado exame de sangue para verificar a presença dos anticorpos.

 Tratamento e prevenção

Na imensa maioria das vezes o tratamento é voltado para diminuir os sintomas como febre e tosse, ou para combater alguma complicação quando antibióticos são usados. Casos muito especiais podem necessitar medicação do tipo gama globulina anti-sarampo, visando o próprio vírus ou o reforço da capacidade de defesa geral. O sarampo é certamente a mais grave das chamadas doenças comuns da infância: complicações graves e morte ocorrem em até 3/1000 casos. 
A prevenção se dá através da vacina aplicada aos 12 meses e com reforços aos 4-6 anos e aos 12 anos. 
Mulheres grávidas ou que possam engravidar dentro de 90 dias não devem ser vacinadas.

Gripe

Gripe e resfriado não são a mesma coisa! Ambas as doenças são de origem viral, transmitidas por meio de gotículas de saliva ou secreções nasais contendo estes micro-organismos, e apresentam como sintomas: cansaço, indisposição, dores musculares, corrimento nasal e dor de garganta. Entretanto, quando o sujeito se encontra gripado, estes são mais intensos e incapacitantes, fazendo com que, muitas vezes, nem tenha condições de sair da cama. Febre alta, de surgimento repentino, também tende a fazer parte do quadro gripal. Estes sintomas surgem em até uma semana após a exposição ao vírus, e perduram por aproximadamente cinco dias.

Ocorrendo em todas as partes do mundo, é causada pelo vírus Influenza: um RNA vírus da Família Orthomyxoviridae, altamente contagioso e com grande capacidade de mutação. Existem três tipos de vírus Influenza: A, B e C. Os dois últimos acometem apenas a nossa espécie, sendo o do tipo C o mais brando e menos frequente. Já o Influenza A, é capaz de infectar diversas espécies animais, sendo também o responsável pelas epidemias e pandemias gripais. Este é classificado em subtipos, de acordo com o arranjo das moléculas de sua superfície.

Crianças entre 6 e 23 meses de idade, idosos, portadores de doenças crônicas e indivíduos imunodeprimidos geralmente estão mais suscetíveis a este vírus, uma vez que tendem a ter o sistema imunológico mais frágil e, por isso, os riscos de desenvolver complicações, como pneumonias bacterianas, são maiores. Assim, é indicado que estes indivíduos, e também profissionais de saúde, vacinem-se anualmente contra a gripe.

Prevenção

Alimentação balanceada e saudável; ingestão de líquidos, preferencialmente não muito gelados; dormir pelo menos oito horas por dia; e prática regular de exercícios - medidas necessárias para manter-se saudável e com o sistema imunológico ativo, evitando incidências de gripes e uma gama de outras doenças. Além destas medidas, vale ressaltar:

• Sempre lavar as mãos com água e sabão;
• Evitar aglomerados humanos, principalmente se houver pessoas doentes nestes locais;
• Em surtos de gripe, utilizar máscaras quando seu uso for indicado pelas autoridades;
• Vacinar-se anualmente, caso pertença ao grupo de risco (idosos, imunocomprometidos, etc.).

AIDS

É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.

A infecção se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.

Transmissão/ Contágio

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da AIDS, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

Prevenção

Na transmissão sexual se recomenda sexo seguro: relação monogâmica com parceiro comprovadamente HIV negativo, uso de camisinha. É necessário observar que o uso da camisinha, apesar de proporcionar excelente proteção, não proporciona proteção absoluta (ruptura, perfuração, uso inadequado etc.).

Na transmissão pelo sangue recomenda-se cuidado no manejo de sangue (uso de seringas descartáveis, exigir que todo sangue a ser transfundido seja previamente testado para a presença do HIV, uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados).
Evitar o uso compartilhado de objetos cortantes, como navalhas, giletes e alicates de cutícula.
Repito, a maneira mais segura de se evitar o contágio pelo vírus HIV é fazer sexo monogâmico, com parceiro(a) que fez exames e você saiba que não está infectado(a).
 

Herpes

O herpes é uma doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus Herpes simplex 1 e 2, que afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital, mas pode causar graves complicações neurológicas. Traz muitos incômodos, não tem cura, e pode ser mortal, mas alguns remédios podem ser utilizados para diminuir os sintomas.
São muito frequentes. Em alguns países, especialmente pobres, 90% das pessoas têm anticorpos contra o HSV1, ainda que possam não ter tido sintomas. Um quinto dos adultos terá herpes genital, incluindo a Europa e os EUA.

Transmissão

O herpes oral, particularmente se causado por HSV1, é uma doença primariamente da infância, transmitida pelo contato direto e pela saliva. O herpes genital é transmitido pela via sexual.
Dentistas e outros profissionais de saúde que lidam com fluídos bucais estão em risco de contrair infecção dolorosa dos dedos devido ao seu contacto com os doentes.

 Sintomas 

No Herpes Simples, tudo começa com uma sensação de queimação ou ardência, que geralmente antecede em dois dias o surgimento das lesões. “No início podem surgir bolinhas vermelhas que logo se transformam em pequenas vesículas agrupadas em cachos e cheias de um líquido claro. Essas vesículas se rompem, liberando o conteúdo líquido, que é repleto de vírus (portanto muito contagioso). A seguir formam-se as crostas (“casquinhas”), que depois de alguns dias cicatrizam”, comenta a doutora. Todo o processo pode levar de cinco a 14 dias. 

No Herpes Zoster, a sensação de queimação é mais intensa, e pode vir acompanhada de forte dor, que lembra uma dor muscular. “De dois a cinco dias surgem lesões semelhantes às do Herpes Simples, só que distribuídas em faixa, geralmente de um dos lados do tórax, seguindo o trajeto de um nervo”, reforça a especialista. Outras partes do corpo como ombro, braço, cintura, coxa e face podem ser afetados, mas geralmente é apenas um local por surto. Costuma durar até 14 dias e pode deixar como sequela dor ou sensação de queimação residual que pode persistir até por vários meses. 

Tratamento 

Há medicamentos antivirais orais e pomadas, além de analgésicos. As doses e o tempo de tratamento variam conforme o tipo de Herpes. Se o tratamento for iniciado em até 72 horas, há possibilidade de encurtar o surto e reduzir os sintomas da doença. Outra dica são os cuidados com a higiene. “Os cuidados com a higiene pessoal são muito importantes para evitar infecções bacterianas secundárias, que são a principal causa de cicatrizes residuais”, acrescenta a dermatologista. 

Diagnóstico e tratamento

Na maior parte dos casos o simples exame clínico permite ao médico diagnosticar o herpes. Em casos mais complexos ou menor evidentes o vírus é recolhido de pústulas e cultivado em meios com células vivas de animais. A observação pelo microscópio destas culturas revela inclusões víricas típicas nas células. Na encefalite pode ser necessário obter amostras por biópsia.
Não há vacina nem tratamento definitivo, apesar de alguns fármacos especialmente acicloguanosinas como o aciclovir poderem reduzir os sintomas e o perigo de complicações como encefalite. O que aparece são bolhas na vagina e no pênis.
É possível reduzir a transmissão evitando o contacto direto com outros ou com objetos usados por outros (copos, bocais de instrumentos de sopro) quando o herpes labial está ativo, e abstinência sexual quando a região afetada pelo herpes genital não está com aparência saudável normal.

Febre amarela

A febre amarela é uma importante doença que, infelizmente, faz milhares de vítimas em nosso país. É uma doença provocada por um tipo de vírus (flavivírus), encontrado em primatas não-humanos que habitam regiões de florestas. Este vírus pode ser transmitido aos seres humanos de duas formas: 

- Pela pipcada da fêmea do mosquito conhecido por “Aedes Aegypti”, desde que o inseto esteja contaminado (após picar um ser humano com a doença). Esta é conhecida como febre amarela urbana. 

- O segundo tipo de febre amarela é a  silvestre, que ocorre através da picada do mosquito Haemagogus. 

Transmissão da doença 

Após ser picado pelo mosquito, a pessoa contaminada começa a apresentar uma série de sintomas: febre alta (podendo chegar a 40 ou 41 graus centígrados), fortes dores de cabeça, vômitos, problemas no fígado e hemorragias.


Hepatite A

A Hepatite A é uma doença aguda do fígado, causada pelo vírus da Hepatite A (HAV). Sua transmissão ocorre através da água e comida contaminada com o vírus, ao serem ingeridos.

Esse tipo de hepatite é o mais comum e menos perigoso que os outros. Após o contato do organismo com o vírus, esse fica encubado cerca de um mês, logo após começa a atacar os hepatócitos do fígado. Os sintomas mais freqüentes são febre, dor abdominal, náuseas e diarréia.

Praticamente todos conseguem a cura efetiva da hepatite A, pois ao contrário da Hepatite B ou C, não apresenta casos crônicos. O diagnóstico é feito por detecção de anticorpos específicos anti-HAV do tipo IgM e a melhor medida profilática, ou seja, de prevenção, é a higiene e o uso de cloro na desinfecção da água. 

Hepatite C

A hepatite C é uma doença causada pelo vírus HCV. Diferentemente dos outros tipos de hepatite, como A e B, a hepatite C possui sintomas muito discretos, sendo semelhantes aos de uma leve gripe, fator que pode fazer com que o doente demore a procurar tratamento médico. 

A doença é transmitida unicamente por contato com o sangue contaminado. Desta forma, as formas de contração da doença são: transfusões de sangue, agulhas compartilhadas, acidentes de trabalho no caso de profissionais de saúde, etc. Especialistas não sabem exatamente se a hepatite C é transmitida via ato sexual, no entanto, se existir essa possibilidade, ela é raríssima. A transmissão da mãe para o feto também é muito rara (5%). 

Existe eficaz tratamento para a doença. Ele é feito com a combinação dos medicamentos Interferon e Ribavirina durante o período de um ano, na maioria das vezes. Pacientes mais jovens, sem cirrose e com infecção há menos tempo têm uma maior chance de obter sucesso no tratamento. Por isso, é necessário detectar a doença mais cedo possível. 

Um controle rigoroso de qualidade dos bancos de sangue e a não utilização de seringas e agulhas compartilhadas são as principais formas de prevenção. Existem atualmente, cerca de 200 milhões de infectados pelo vírus HCV em todo o mundo. 

Varíola

Classificada como uma das enfermidades mais devastadoras da história da humanidade, a varíola foi considerada erradicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1980. No entanto, a doença voltou às manchetes de jornal, em virtude da suposição de que ela possa ser utilizada como arma biológica.

Acredita-se que a varíola tenha surgido há mais de três mil anos, provavelmente na Índia ou no Egito. De lá para cá, ela se espalhou pelo mundo, causou inúmeras epidemias, aniquilou populações inteiras (como diversas tribos de índios brasileiros) e mudou o curso da história. Marcas causadas pela doença foram encontradas na face da múmia do faraó Ramsés II. A doença atingiu também personagens importantes da história ocidental, como a rainha Maria II da Inglaterra, o rei Luis I da Espanha, o imperador José I da Áustria e o rei Luis XV da França.

A varíola era uma doença infecto-contagiosa, exclusiva do homem (não sendo transmitida por outros animais, como a dengue, por exemplo), de surgimento e desenvolvimento repentinos e causada pelo Orthopoxvírus variolae, um dos maiores vírus conhecidos e que é extremamente resistente aos agentes físicos externos, como, por exemplo, variações de umidade e temperatura. O O. variolae pertence à família Poxviridae, a mesma dos vírus causadores de formas variantes da doença, próprias do gado bovino (a varíola bovina), dos macacos, das galinhas e dos camelos.
A transmissão ocorria de pessoa para pessoa por meio do convívio e geralmente pelas vias respiratórias.
Uma vez dentro do organismo, o vírus da varíola permanecia incubado de sete a 17 dias. A seguir, ele se estabelecia na garganta e nas fossas nasais e causava febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor nas costas e abatimento, esse estado permanecia de dois a cinco dias.
Finalmente, a enfermidade assumia sua forma mais violenta: a febre baixava e começavam a aparecer erupções avermelhadas, que se manifestavam na garganta, boca, rosto e que depois espalhavam-se pelo corpo inteiro. Isso ocorre, porque o O. variolae parasita as células do tecido epitelial para se reproduzir.
Com o tempo, as erupções evoluíam e transformavam-se em pústulas (pequenas bolhas cheias de pus), que provocavam coceira intensa e dor – era nesse estágio que o risco de cegueira era maior, pois, ao tocar o olho, o enfermo podia causar uma inflamação grave.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico se faz por análise pelo microscópio eletrônico de líquido das pústulas. Os vírus são característicos e facilmente visíveis.
A varíola não tem cura. A única medida eficaz é a vacinação.

Causada pelo Orthopoxvirus variolae, é considerada, pela Organização Mundial de Saúde, erradicada desde o fim da década de setenta, graças à vacinação. Quanto a isso, é atribuída a Edward Jenner a descoberta de que o contato prévio com o vírus - ou partículas deste – era capaz de proteger as pessoas contra ele. Nasciam, então, os primeiros princípios da vacina, esta capaz de nos proteger até hoje contra outras moléstias, como poliomielite e rubéola. 

Apesar de controlada, algumas amostras do vírus permanecem, oficialmente, abrigadas no Centro de Controle e Prevenção de Doenças em Atlanta (Estados Unidos) e no Centro Estatal de Pesquisas de Virologia e Biotecnologia em Koltsovo (Rússia). Tal fator causa preocupação quanto à utilização destes organismos como armas biológicas, principalmente considerando que indivíduos mais jovens não foram vacinados contra esta doença e que, portanto, não são imunes a esta doença, de caráter incurável. 

As opiniões quanto à destruição ou não destas partículas são longas e controversas, mas até o momento, estas permanecem lá, onde estão.

Varíola
O Orthopoxvirus variolae, microorganismo causador da varíola.

Raiva (hidrofobia)

Doença infecciosa aguda e fatal, causada por um vírus que se alastra pelo sistema nervoso central e se multiplica nas glândulas de saliva, dali sendo eliminado.

Contágio/ transmissão

O contágio se dá pela saliva do animal que está com a infecção, principalmente pela mordida, mas pode ocorrer por arranhadura ou lambedura.
Os animais que podem ser contaminados são o cachorro, gato, morcego, raposa, coiote, gato-do-mato, jaritacaca, guaxinim e macaco.
O tempo médio até o surgimento dos sinais de doença são de cerca de 45 dias no homem e de até dois meses nos animais.

Sinais e sintomas da raiva

Os primeiros sintomas da raiva podem ser sinais não específicos similares à gripe -- mal-estar, febre ou dor de cabeça -- os quais podem durar por dias. Pode haver desconforto ou parestesia (sensações cutâneas subjetivas como frio, calor, formigamento, pressão) no local da exposição (mordida), progredindo em dias para sintomas de disfunção cerebral, ansiedade, confusão e agitação, evoluindo até delírio, comportamento anormal, alucinações, hidrofobia e insônia. Depois que os sinais clínicos da raiva aparecem a doença é quase sempre fatal e o tratamento é tipicamente de suporte. A prevenção da raiva se dá através da vacinação.

 Diagnóstico da raiva em animais

O teste direto fluorescente para antígenos é o mais frequentemente usado para diagnosticar a raiva em animais. Esse teste requer tecido cerebral do animal suspeito de ter a raiva e só pode ser feito apenas após a morte.

 Diagnóstico da raiva em humanos

Vários testes são necessários para diagnosticar a raiva antes da morte em humanos e nenhum teste é suficiente sozinho. Os testes são feitos com amostras de saliva, fluido espinhal, plasma e pele.

Morcegos e a raiva

Se a pessoa for mordida por um morcego -- ou se material infeccioso (como a saliva) proveniente de morcego entra nos olhos, nariz, boca ou ferimento -- ela deve lavar a área afetada cuidadosamente e procurar imediatamente por ajuda médica. Sempre que possível o morcego deve ser capturado e levado a laboratório para testar se tem raiva. As pessoas não pegam raiva ao ter contato com as fezes, sangue ou urina dos morcegos, nem ao tocar em sua pele apesar deles nunca deverem ser manuseados.

Conjuntivite

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva ocular, a membrana que reveste todo o globo ocular. Essa doença pode ter duas causas de contaminação: alérgica ou viral. A conjuntivite alérgica é proveniente de produtos químicos, poluição do ar, etc., e não é contagiosa. A conjuntivite viral é proveniente de vírus levados aos olhos através das mãos, toalhas e outros objetos contaminados, esse tipo é altamente contagioso.

Os principais sintomas da conjuntivite são olhos vermelhos e irritados, inchaço da pálpebra, sensação de areia ou cisco nos olhos e às vezes, dores locais. O tratamento baseia-se em lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.

A prevenção da doença se dá pelos hábitos de higiene na região dos olhos: lavar as mãos frequentemente, não coçar os olhos e evitar a ida frequente a clubes e piscinas públicas. A doença pode durar de uma semana a quinze dias e não costuma deixar sequelas. 

Dengue

A dengue é uma das maiores preocupações em relação a doenças infecciosas atualmente no Brasil. O Estado de São Paulo registrou a ocorrência de 78.614 casos autóctones (adquiridos no próprio Estado) de dengue, em 358 municípios, entre janeiro e outubro de 2007, com considerável expansão da doença para novas áreas. Durante todo o ano de 2006 foram registrados 50.021 casos em 254 municípios. Atualmente, temos 508 municípios infestados com o Aedes aegypti, excluindo-se apenas alguns municípios do Vale do Ribeira e do Paraíba e das Regiões Metropolitanas de São Paulo e de Campinas.

O que é dengue?

É uma virose transmitida por um tipo de mosquito (Aedes aegypti) que pica apenas durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que pica de noite. A infecção pode ser causada por qualquer um dos quatro tipos (1, 2, 3 e 4) do vírus da dengue, que produzem as mesmas manifestações. Em geral, o início é súbito com febre alta, dor de cabeça e muita dor no corpo. É comum a sensação de intenso cansaço, a falta de apetite e, por vezes, náuseas e vômitos. Podem aparecer manchas vermelhas na pele, parecidas com as do sarampo ou da rubéola, e prurido (coceira) no corpo. Pode ocorrer, às vezes, algum tipo de sangramento (em geral no nariz ou nas gengivas). A dengue não é transmitida diretamente de uma pessoa para outra.

Sintomas

Os sintomas da dengue são: 

Dor de cabeça, nos olhos, músculos e juntas, febre alta, falta de apetite, sangramento na gengiva e nariz, Manchas avermelhadas pelo corpo, fraqueza, vômito e prurido.

No caso de dengue hemorrágica pode ocorrer também:

Dor no fígado, tonturas, desmaios, pele suor frios e fezes escuras

Prevenção

Para evitar a doença é necessário que o mosquito não se reproduza. A reprodução é feita através da deposição de seus ovos em água parada e independe se está limpa ou não. A eliminação da água parada ocorre através de cuidados como substituir pratos com água em plantas por pratos com areia, retirar objetos que acumulam água de locais abertos, tampar caixa d’água, filtros e cisternas, limpar as calhas para que não ocorra a prisão de água e outras.

Tratamento

Ao detectar os primeiros sintomas é importante procurar um posto de saúde para que um profissional realize exames de confirmação da doença. Quando detectada, deve-se manter cuidados como repousar, ingerir bastante líquido, utilizar apenas medicamentos prescritos pelo médico, alimentar-se normalmente e realizar diariamente exames para contagem de plaquetas.

Aedes aegypti
Aedes aegypti, inseto transmissor 
da dengue ao homem.

questões sobre doenças causadas por vírus

1) O herpes é uma doença, de origem viral, que se caracteriza por pequenas vesículas formadas nas mucosas ou na pele. Tais vesículas ocorrem com freqüência nos lábios (herpes simples) e também nos órgãos genitais (herpes genital). No entanto, a moléstia pode manifestar-se em qualquer região do corpo. Em relação a essa doença, assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s):

(01) As lesões produzidas cicatrizam em poucos dias, mas deixam seqüelas gravíssimas.

(02) O vírus do herpes simples transmite-se por contato direto.

(04) A profilaxia dessa doença é bastante simples, com a ingestão de remédios facilmente comercializados.

(08) O vírus do herpes simples é encontrado, por exemplo, na saliva de muitas pessoas.

(16) O herpes genital deve ser considerado doença venérea, uma vez que sua transmissão se faz, principalmente, pelo contato sexual.

(32)  O vírus do herpes encontra-se latente nos tecidos, sendo encontrado em porcentagem alta na espécie humana.

2) (UERJ- 1º EXAME QUALIF./2010) A gripe conhecida popularmente como gripe suína é causada por um vírus influenza A.
Esse tipo de vírus se caracteriza, dentre outros aspectos, por:
- ser formado por RNA de fita simples (-), incapaz de atuar como RNA mensageiro ou de sintetizar DNA nas células parasitadas;
- os RNA complementares do RNA viral poderem ser traduzidos em proteínas pelo aparelhamento celular.
Os esquemas a seguir apresentam um resumo de etapas dos processos de replicação de alguns dos vírus RNA, após penetrarem nas células.

O tipo de replicação encontrado no vírus infuenza A está representado no esquema de número:

a) I                              b) II                         c) III                              d) IV]

3) (UFLA-JULHO/2006) O jornal Folha de São Paulo, em 6/4/2006, noticiou que a AIDS (em português: SIDA – síndrome da Imunodeficiência Adquirida), hoje em dia, já faz parte do grupo das doenças negligenciadas pelos países ricos. Estando 95% dos portadores dessa doença nos países pobres, o investimento em pesquisa é pequeno, ocasionando pouco avanço na descoberta de novos tratamentos.
Em relação a essa doença, afirma-se:
I- A doença é causada por vírus.
II- A doença provoca diminuição na produção de hemácias.
III- Os sintomas iniciais são característicos, contribuindo para o diagnóstico.
IV- A doença atua sobre o sistema imunológico, diminuindo a resistência do organismo.

De acordo com os conhecimentos atuais, assinale:

a) Se apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
b) Se apenas as afirmativas I e II estão corretas.
c) Se apenas as afirmativas I e III estão corretas.
d) Se apenas as afirmativas I e IV estão corretas.

4) (FGV/2009) CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA COMEÇA HOJE. HOMENS DE 20 A 39 ANOS SÃO O PRINCIPAL FOCO.
                ("Folha de S. Paulo", 09.08.2008)
Na campanha promovida pelo Ministério da Saúde, embora homens e mulheres tenham sido chamados à vacinação, a ênfase foi para a vacinação dos homens adultos. Sobre isso, foram feitas as seguintes afirmações:
I. A rubéola, nos adultos, geralmente não é grave; caracteriza-se por febre baixa e pequenas manchas vermelhas no corpo, sintomas que desaparecem depois de alguns dias.
II. Quando a rubéola se manifesta em gestantes, principalmente nos primeiros meses da gravidez, pode acarretar a morte do feto, provocar malformações ou a surdez do bebê.
III. As mulheres são obrigatoriamente vacinadas quando dos exames pré-natal e por isso correm menor risco de contrair a rubéola, o que justifica não terem sido o principal foco da campanha de vacinação.
IV. A vacinação dos homens não é regular e, embora a rubéola não traga risco ao organismo do homem, obriga-os a faltar ao trabalho, o que justifica serem o principal foco da campanha de vacinação.
Pode-se dizer que estão corretas as afirmações: 

a) I e II, apenas. 
b) II e III, apenas.
c) I, II e III, apenas. 
d) II, III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.

5) (UTFPR/2008) Em 25 anos o HIV matou 25 milhões de pessoas e está presente em outros 40 milhões. É a segunda doença infecciosa que mais faz vítimas no mundo, logo atrás da tuberculose. Em 2005, 3 milhões de pessoas morreram devido a AIDS; dessas vítimas, 570 mil eram crianças. Dentre as características biológicas citadas a seguir a única que pode ser encontrada no vírus da AIDS é:

a) parede celular formada por substâncias mucocomplexas. 
b) DNA de fita simples.
c) pequenos anéis de DNA, os plasmídeos, dispersos no capsídeo.
d) membrana externa lipoprotéica.
e) enzima especial, a transcriptase reversa, para produzir DNA. 

6) (UFC/2008) A Inglaterra anunciou que meninas entre 12 e 13 anos poderão receber vacina contra o HPV (papilomavírus humano), que causa grande parte dos tipos de câncer do colo do útero, além do condiloma acuminado. Com base nessa informação, responda ao que se pede.
a) Cite dois métodos que podem impedir a contaminação por essa doença e ao mesmo tempo evitar uma gravidez não planejada.
b) Considerando a diversidade de opção sexual, vacinar apenas indivíduos do sexo feminino será uma medida eficaz para acabar com a transmissão da doença condiloma acuminado na população? Justifique.
c) A descoberta e a utilização de uma vacina para uma determinada doença é um grande avanço para a saúde pública. Porém, além das vacinas existe também o soro como forma de imunizar a população. Qual a diferença entre vacina e soro e qual é o mais indicado para uma situação na qual o antígeno já está no organismo?
d) O HPV é um vírus, e os vírus não são considerados como seres vivos por muitos cientistas. Qual a principal justificativa para não se considerar vírus como um ser vivo?

7) (PUC-RJ/2008)  A dengue continua sendo um problema de saúde pública para o Estado do Rio de Janeiro. Assim, conhecendo-se o causador da dengue e seu vetor, podemos usar como medidas profiláticas a:
a) vacinação em massa da população contra a bactéria causadora dessa doença.
b) exterminação de ratos vetores do vírus causador dessa doença.
c) eliminação dos insetos vetores da bactéria causadora dessa doença.
d) eliminação dos insetos vetores do vírus causador dessa doença.
e) distribuição de antibióticos contra a bactéria causadora dessa doença.

8) (UECE) Com relação ao modo de transmissão de algumas doenças virais correlacione as colunas abaixo:

I. Sarampo                   (  ) Picada de inseto
II. Poliomielite             (  ) Mordedura, lambedura ou arranhadura por animal infectado.
III. Raiva                       (  ) Contato direto, pelo ar, com pessoas doentes
IV. Febre amarela       (  ) Contaminação por via digestiva

A sequência correta, de cima para baixo, é:

A) I, II, III e IV
B) IV, III, I e II
C) IV, I, II e III
D) I, IV, III e II
 
9) (UFPR) Marque a alternativa em que todas as doenças citadas são virais:

a) Herpes, condiloma acuminado, hepatite e mononucleose
b) AIDS, dengue, malária, gripe
c) Febre amarela, dengue, AIDS e botulismo
d) Catapora, rubéola, caxumba, tétano
e) Leishmaniose, AIDS, sífilis e tétano.

10) (UFVJM/2008) Considere estas doenças:
I . Febre amarela
II . Dengue
III . Cólera
IV . Doença de Chagas
V . Ascaridíase

ASSINALE a alternativa que contém, respectivamente, maneiras de prevenção dessas doenças.

a) Combate ao inseto vetor; vacinação; combate ao inseto vetor; saneamento básico; saneamento básico. 
b) Vacinação; saneamento básico; saneamento básico; combate ao inseto vetor; combate ao inseto vetor.
c) Combate ao inseto vetor; saneamento básico; vacinação; combate ao inseto vetor; saneamento básico. d) Vacinação; combate ao inseto vetor; saneamento básico; combate ao inseto vetor; saneamento básico. 

Gabarito:

1)São verdadeiras: 02 + 08 + 16 + 32 = 58
       A 01 é falsa porque o herpes, geralmente, não deixa sequelas gravíssimas.
       A 04 é falsa  porque a profilaxia não é muito simples, apesar de certos medicamentos que são utilizados atualmente. 
2) B    3) D   4) A    5) E     6) a) preservativo masculino / preservativo feminino / abstinência sexual;
b) Não, pois casais homossexuais masculinos que se relacionam sem preservativo podem transmitir e/ou contrair o HPV;
c) c1- A vacina contém o antígeno em forma atenuada, enfraquecido, ou com microorganismos mortos. Já o soro contém os anticorpos. 
c2- Soro;
d) A ausência de célula.
7) D    8) B   9) A   10) letra D. A febre amarela é uma doença viral em que a vacinação é a principal medida profilática.
A dengue é uma doença viral transmitida pela picada de um mosquito; o combate ao vetor é uma boa medida profilática.
A cólera é uma doença bacteriana adquirida por meio da ingestão de água e alimentos contaminados; logo, medidas de saneamento são eficientes para sua prevenção.
A doença de Chagas é causada por um protozoário, transmitido ao homem pelo barbeiro; logo, o combate ao vetor é uma boa medida profilática.
A ascaridíase é uma verminose adquirida por meio de água ou alimentos contaminados com ovos; logo, as medidas de saneamento básico são eficientes formas profiláticas.




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